5 dicas para apimentar o sexo no Dia dos Namorados
E finalmente o Dia nos Namorados chegou! Se você tem um parceiro para comemorar a data, com certeza já se preocupou com o presente e a comemoração para deixar a noite de vocês perfeita! E, claro, para finalizar com chave de ouro, vale gastar uns minutinhos pensando na hora H, não é mesmo? Pois bem, separamos algumas dicas para apimentar a sua noite e selar o dia 12! Confira!
Dica 1 – As preliminares não precisam começar na cama
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Um beijo no pescoço no meio do trânsito, uma mão que escorrega discreta e delicadamente para o meio das pernas debaixo da toalha de mesa no restaurante, o braço que envolve a cintura e a aperta na fila do banco, uma dança de rosto colado com direito a mãos escorregando pelas costas ou uma frase perdida do tipo “estou sem calcinha para você”… Tudo isso pode estimular a imaginação do seu par e dar indícios do que pode estar por vir.
Dica 2 – Órgãos sexuais não são os únicos locais de prazer
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No primeiro momento, esqueça o pênis e a vagina. Explore o resto do corpo: pescoço, parte interna das coxas, região do baixo ventre, bumbum, pés, punhos, dobras dos braços e atrás do joelho… Beije, apalpe, aperte, amasse, arranhe (de leve), cheire, mordisque. Vale até inventar jogos como, por exemplo, “beijo, lambida ou mordidinha”. Pegue três pedacinhos de papel e, em cada um, escreva uma das palavras “beijo”, “lambida” e “mordidinha”. Peça para o seu par escolher uma parte do corpo e, em seguida, sorteie um dos papeizinhos. Daí, você entra em ação com um beijo atrás da orelha, uma lambida na barriga, uma mordida na coxa… Depois, é a sua vez de escolher e sortear.
Dica 3 – Lembre-se de que o homem e a mulher são diferentes
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O homem se excita rapidamente, só de olhar a mulher tirando a roupa ou ao ouvir palavras calientes, quando recebe um beijo mais quente. Já a mulher precisa de mais tempo e de toque, carinho, estímulo. Então, a regra é clara: nas preliminares o homem já pode investir em carícias no clitóris (que fica no encontro dos lábios vaginais) para esquentar o clima, enquanto a mulher deve evitar a zona peniana, para que ele não chegue muito rápido ao orgasmo.
Dica 4 – Use a criatividade e divirta-se
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Faça uma massagem sensual com óleo, partindo das regiões mais inocentes e, gradativamente, seguindo para as mais quentes. Tome um banho a dois, um ensaboando o outro. Brinque com alimentos, como espalhar chantilly ou calda de chocolate no corpo do par e retirar com a língua. Faça um gelo passear pela pele e arrepiar dos pés à cabeça. Amarre o par na cama com um lenço para enchê-lo de carinho ou dance sensualmente. Enfim, vale tudo o que for consentido pelos dois e trouxer prazer.
Dica 5 – Cheguem lá
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Não importa se vão partir para a penetração, se vão investir no sexo oral, no estímulo manual ou se vão continuar nas brincadeiras calientes. Não há problema se as preliminares foram rapidinhas, se demoraram pouco ou se levaram muito tempo. Não fiquem pensando quem vai gozar primeiro ou se vão chegar lá juntos (o que normalmente é difícil). O imprescindível é que tanto o homem quanto a mulher atinjam o orgasmo e sintam-se muito satisfeitos com a transa. Mesmo que, para isso, tenham que quebrar todas as regras!
Preliminar é sexo!
Não encarem as preliminares como se fossem algo anterior ao sexo ou apenas o aquecimento para a transa, pois isso faz com que se queira partir logo para os finalmentes, para a penetração. Pense sempre que as preliminares já são sexo: isso fará vocês aproveitarem mais cada momento da transa e ela ficará muito melhor!
Fonte: Papo Feminino
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Virgindade é o segredo da longevidade
Aos 105 anos, virgem mais velha do mundo diz que sexo envelhece
Secretária aposentada diz que nunca teve ‘tempo’ de pensar em sexo.
Além de virgem, ela diz nunca ter tido um aparelho de televisão.
Aos 105 anos, a secretária aposentada Clara Meadmore se orgulha de ainda ter cabelo e de não precisar de dentadura.
Nascida em Glasgow, na Escócia, no início do século XX, ela acredita que o segredo da vida longa é nunca ter feito sexo. “Sexo envelhece”, acredita.
“Tive várias amizades platônicas, mas nunca senti a vontade de ir mais longe, ou mesmo de casar”, afirma Clara, que já viveu no Canadá e na Nova Zelândia, e há 40 anos mora na Cornualha, região sudoeste da Inglaterra.
Para ela, o sexo sempre foi algo “complicado”, que atrapalharia sua vida. “Eu sempre estava ocupada fazendo outras coisas, e nunca tive tempo de pensar em sexo”, explica.
“Quando eu era criança, só era possível fazer sexo com seu marido. E eu nunca me casei. Cresci em uma era na qual as crianças – principalmente do sexo feminino – não eram vistas e nem ouvidas pela sociedade, por isso tive que aprender por mim mesma a me defender e me sustentar”, diz a ex-secretária, em entrevista ao diário britânico ‘Telegraph’.
Além de nunca ter tido relações sexuais, Clara conta que nunca teve uma televisão, mas sempre foi “apaixonada” por ouvir rádio.
Fonte: Notícias Bizarras
Nossos Comentários:
"Não precisar de dentaduras", "ter cabelo" aos 105 anos de idade.... De extremo valor alcançar uma idade tão avançada com saúde. Mas realmente vale tanto assim passar 105 anos de sua vida sem nunca ter realizado uma penetração? Vale a pena trocar momentos de carícias, intimidades e todos os benefícios que o sexo pode proporcionar, por cabelo e dentes para o final de sua vida?
Não temos um estudo específico para este tema, mas sabe-se que sexo é vida. Deve haver muitos mais prós do que contras neste assunto, mas o importante é ser feliz.
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Político japonês defende declarações sobre prostituição
Depois de fazer polêmicos comentários sobre serviços sexuais durante o período de guerra, o prefeito de Osaka, no Japão, defendeu as próprias declarações na quinta-feira, mas disse que pode ter lhe faltado "sensibilidade internacional".
Toru Hashimoto afirmou que sua falta de sensibilidade sobre a percepção americana de prostituição pode ter causado indignação. No início desta semana, ele deixou a entender que as tropas norte-americanas cujas bases estão localizadas no sul do Japão deveriam amparar os estabelecimentos legais de entretenimento adulto para reduzir a criminalidade sexual no local.
Co-líder de um emergente partido nacionalista, Hashimoto também irritou os vizinhos do Japão ao alegar que a prática de guerra do exército japonês de forçar mulheres asiáticas a se prostituírem era necessária para manter a disciplina dos soldados.
Ele afirmou na quinta-feira que a prática foi amplamente utilizada por muitos outros países durante a Segunda Guerra Mundial e que o Japão estava sendo injustamente ressaltado.
O Departamento de Estado dos EUA chamou os comentários de Hashimoto de "ultrajantes e ofensivos".
Historiadores dizem que até 200 mil mulheres vindas, principalmente, da Península Coreana e da China, foram obrigadas a fazer sexo com os soldados japoneses em bordéis militares. Ainda que outros exércitos tenham feito uso de bordéis militares na Segunda Guerra Mundial, o Japão é o único país acusado de escravidão sexual organizada e generalizada.
Os comentários de Hashimoto desencadearam uma onda de indignação nos países vizinhos que sofreram com a agressão do Japão durante a guerra. Os países se queixaram pela falta de reparação pelas atrocidades cometidas durante o período.
Hashimoto disse que não tinha a intenção de retirar qualquer um de seus comentários anteriores. Mas alegou que sua fala poderia parecer inadequada para as pessoas de fora do Japão, com valores diferentes.
"Se há um grande erro que eu cometi pode ter sido a minha falta de compreensão da cultura por trás da indústria do sexo dos EUA. Se você mencionar entretenimento adulto nos EUA, todo mundo pensa em prostituição", afirmou Hashimoto durante um talk-show japonês filmado em Osaka e transmitido na televisão do país. "Eu admito que a minha sensibilidade internacional foi muito pobre quando eu tive de operar além das fronteiras nacionais".
A polêmica começou quando Hashimoto comentou na segunda feira sobre as chamadas "mulheres de conforto" do período da guerra, que tinham de oferecer serviços sexuais para o Exército Imperial do Japão. Além disso, Hashimoto havia dito que, em uma recente visita à ilha de Okinawa, ele sugeriu ao comandante dos EUA que as tropas fizessem uso da indústria legal do sexo.
Mais da metade dos cerca de 50.000 soldados norte-americanos no Japão - sob um pacto de segurança bilateral - estão em Okinawa, onde a criminalidade relacionada com a base militar tem desencadeado um sentimento anti-americano.
Autoridades dos EUA rejeitaram a proposta e os comentários de Hashimoto. A porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Jen Psaki, disse que o tráfico de mulheres para fins sexuais durante essa época foi "uma grave violação dos direitos humanos em enormes proporções".
"Esperamos que o Japão continue a trabalhar com os seus vizinhos para resolver este e outros problemas decorrentes do passado e cultive relacionamentos que lhes permitam ir em frente", disse Psaki a jornalistas.
Hashimoto afirmou na quinta-feira que seus comentários não tinham a intenção de justificar ou encobrir o uso do Japão de prostituição por seus militares durante a guerra. Ele disse também que o Japão deveria pedir desculpas às mulheres caso país tenha as forçado ou não a se submeterem a tais condições.
Fonte: Estadão
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